DOJOThe Surgical Fellowship · São Paulo
DOJO — The Surgical Fellowship
Lista de espera

Antes do convite, existe uma lista.

DOJO não é um curso. É uma fellowship. Uma fellowship dedicada exclusivamente à blefaroplastia, desenhada para apenas dois cirurgiões por turma, onde o cirurgião opera casos reais, em ambiente hospitalar de referência em São Paulo, ao lado de um preceptor que não se divide entre uma turma cheia. Dois aprendizes por classe. Não mais.

Ambiente hospitalar
de referência
Preceptor
um para um
Casos reais
indicação formal

Lista de espera

Duas vagas.
A lista decide a ordem.

A próxima turma abre por convite. Quem entra na lista é avisado antes do anúncio público e tem prioridade na entrevista com a direção.

Garantia da direçãoSelo Hanko · DOJO

Prioridade selada por ordem de entrada.

Cada nome recebido entra na lista com o selo da direção e é chamado por ordem de entrada, antes de qualquer anúncio público.

Próxima turma · 2 vagas · contato por ordem de entrada na lista
o caminho, a disciplina
O que é o DOJO
Onde a técnica encontra a maestria.

No Japão antigo, o Dojo era o lugar onde mestres transmitiam o ofício, não por aulas, mas pelo gesto refeito ao lado de quem já dominava.

O DOJO resgata esse ambiente para a cirurgia: uma residência prática, de uma única especialidade, onde o aprendiz opera casos verdadeiros sob o olhar constante de um mestre. A blefaroplastia é a arte da margem estreita: um milímetro decide o olhar. É para essa margem que formamos.

I

A técnica é uma disciplina.

Technique is a discipline
II

O olhar pertence ao cirurgião.

The gaze belongs to the surgeon
III

A maestria exige supervisão.

Mastery demands supervision
Ina instituição, o hospital
A estrutura
Onde a referência opera.

O que separa o DOJO de um curso não é o conteúdo, e sim onde ele acontece. A formação se dá em ambiente hospitalar de referência em São Paulo, em centro cirúrgico real, com indicação clínica formal e responsabilidade assistencial em cada caso.

Não há simulação, não há cadáver, não há sala improvisada. Há o ambiente que forma os melhores cirurgiões do país, e o aprendiz dentro dele, operando, do início ao seguimento.

Ambiente hospitalar de referênciaBloco operatório de referência em São Paulo, com casuística cirúrgica real.
Centro cirúrgico realBloco operatório completo: equipe, anestesia e protocolo de verdade.
Indicação clínica formalCasos funcionais e estéticos com indicação real, nunca hiperindicados.
Centro cirúrgico — marcação pré-operatória de blefaroplastia
Bloco · SPCentro cirúrgico
hospital-escola
Shūo aperfeiçoamento
Como funciona
Da teoria à mesa. Três meses, um percurso.

Catorze aulas preparam o cirurgião para a sala. O que se aprende em vídeo, treina-se em casos reais, ao lado do preceptor, do início ao seguimento do paciente.

Etapa I · Fundamento

Catorze aulas.

Da anatomia palpebral ao rejuvenescimento periorbital: pré-operatório, anestesia, técnicas superior e inferior, cantopexia, ptose, complicações. A base que antecede a primeira incisão.

Etapa II · A sala

Casos reais, preceptor ao lado.

Cirurgias em ambiente hospitalar de referência em São Paulo, com indicação formal. Casos progressivos, do gesto mais simples ao mais delicado, com correção individual em cada um.

Etapa III · O ciclo

Da avaliação ao seguimento.

Avaliação → indicação → cirurgia → pós-operatório → acompanhamento. Aprende-se a cuidar do paciente, não apenas a operá-lo, com encontros mensais e grupo fechado vitalício.

Takumio artesão, o ofício
Por que o DOJO
O que torna a formação irrepetível.
01

Ambiente hospitalar de referência em São Paulo.

A formação acontece em centro cirúrgico real, com responsabilidade assistencial: equipe completa e indicação clínica formal. A estrutura é a autoridade: não se aprende a operar em sala improvisada.

02

Dois cirurgiões por classe. Não mais.

O preceptor não se divide entre dez ou quinze. Está com o aprendiz, ao lado, na mesa, na incisão. Cada gesto recebe correção individual. É o oposto da turma cheia.

03

Casos reais. Pele de verdade.

Volumetria verdadeira, indicação formal: casos funcionais e estéticos, nunca hiperindicados. Não é simulação nem cadáver: é o paciente, a responsabilidade e o resultado.

04

O mestre não desaparece.

Encontros mensais e grupo fechado vitalício. Os primeiros casos próprios do cirurgião são discutidos com a direção. A rede de segurança continua depois do diploma.

Eno laço, a conexão
O perfil do candidato
Para quem é. Para quem não é.
Para quem é
  • Oftalmologistas que desejam iniciar ou consolidar a atuação em cirurgia palpebral.
  • Cirurgiões que buscam vivência prática real, com supervisão próxima.
  • Médicos que querem dominar indicação, técnica, pós-operatório e o manejo de casos reais.
  • Profissionais que entendem que a blefaroplastia exige precisão, estética e responsabilidade.
Para quem não é
  • Quem procura apenas um certificado rápido.
  • Quem deseja somente assistir cirurgias, sem compromisso com o método.
  • Quem não está disposto a seguir disciplina e supervisão.
  • Quem busca turma grande ou experiência superficial.
Direção da fellowship DOJO

"Em blefaroplastia, um milímetro é tudo. Não existe atalho: existe técnica, repetição e um mestre olhando."

Dra. Anelise Nomura & Dr. Alfonso Nomura
Direção · DOJO Surgical Fellowship
Shōa prova, a evidência
Atlas · Casos reais
O resultado fala.

Mesma luz, mesmo ângulo, mesma distância. O que muda é o olhar, e é o olhar que o paciente vê todos os dias.

Caso I

Blefaroplastia superior bilateral

Feminino · 54 anos · pálpebra superior
Pré-operatório — caso I, pálpebra superior
Antes
6 meses
Pós-operatório — caso I, pálpebra superior
Depois
Caso II

Blefaroplastia inferior transconjuntival

Masculino · 47 anos · pálpebra inferior
Pré-operatório — caso II, pálpebra inferior
Antes
6 meses
Pós-operatório — caso II, pálpebra inferior
Depois

Imagens de casos reais da fellowship · uso autorizado

Mono portão, a iniciação
Lista de espera
Duas vagas. A ordem começa na lista.

A próxima turma abre por convite e é avaliada caso a caso. Quem está na lista é avisado primeiro e tem prioridade na entrevista com a direção, antes de qualquer anúncio público.

Entrar na lista não é compromisso de candidatura. É garantir a prioridade quando a turma abrir.

Entrar na lista de espera

Assegure sua prioridade.

Nome, WhatsApp e e-mail. A direção faz o resto, no tempo certo.

Garantia da direçãoSelo Hanko · DOJO

Prioridade selada por ordem de entrada.

Cada nome recebido entra na lista com o selo da direção e é chamado por ordem de entrada, antes de qualquer anúncio público.

Próxima turma · 2 vagas · contato por ordem de entrada na lista